NOVA SÉRIE: Senna x Schumacher – intro & primeiro ano

Posted on 27. May, 2009 by Marcio in Formula 1

Senna em 1984, em sua primeira temporada de F1.

Senna em 1984, em sua primeira temporada de F1.

Ayrton Senna da Silva. Provavelmente a morte mais trágica em um evento esportivo, em toda a história. Não apenas do ponto de vista brasileiro (até eu, que antes de sua morte não era muito fã, fiquei impressionado com toda repercussão de sua morte), mas do ponto de vista do esporte mundial. Afinal, aquele que era considerado o melhor piloto de sua época morreu na pista, num ano em que nada parecia dar certo para ele. Tinha a Williams, de longe o melhor carro das duas temporadas anteriores (Mansell e Prost nem se esforçaram direito para levarem o título), mas que parecia não ser mais tão perfeita, nem tão superior como era. E tinha um jovem alemão que ameaçava seriamente o seu trono.

Este alemão viria a ser o piloto com os melhores números na história da F1. Maior número de tudo, praticamente. Só em % de corridas ganhas, perde para o eterno Fangio, este por sua vez argentino.

No Brasil da época, criou-se a firme imagem que, mesmo com todos os seus sucessos, Schumacher não se comparava com Senna; e em caso de comparação, era Senna que, sem dúvida, era o melhor – melhor que o alemão, e o melhor de todos os tempos. Afinal, era tão obstinado, dedicado, arrojado, veloz, amado pelos japoneses (já que não são brasileiros, eles valem como argumento) – simplesmente o melhor! Schumacher, afinal, não tinha rivais a altura – e Senna tinha, em Prost, Piquet, Mansell. Não adianta, dizem muitos desta época: Senna sempre foi melhor que Schumacher, não importa quantas corridas este alemão arrogante ganhasse.

Veterano tricampeão Senna, o ídolo de adolescencia do novato Schumacher.

Veterano tricampeão Senna, o ídolo de adolescencia do novato Schumacher.

Esta diferença enorme que se fazia entre Senna e Schumacher sempre me foi estranha. Realmente, o background de cada um era diferente – Senna, paulista de família de classe elevada, contra Schumacher, crescido em família humilde no interior da Alemanha. Mas estranhamente, eles eram bastante parecidos, mais do que muita gente até hoje admite. Tanto o brasileiro como o alemão tinham fama de arrogante. As explicações diferem levemente: Senna era convicto de suas qualidades em comparação aos outros, e era sincero em relação a isso, usando a mídia como uma plataforma de sua convicção, mas tentando manter uma naturalidade crível. Schumacher também era convicto de suas qualidades, mas em relação a mídia quase inocente – a sua sinceridade era mais ingênua, e por isso a sua imagem, menos positiva. Mas ambos eram conhecidos por guiar no limite do permitido, e ambos ultrapassaram este limite mais do que uma vez. Ambos eram viciados pela vitória, e se preparavam mentalmente e fisicamente para serem realmente os melhores; e estas semelhanças não são coincidências: Schumacher cresceu sendo fã de Senna, e com certeza o imitou em muitas coisas.

Aí muitos dos meus compatriotas já podem pensar: “Ah, é papo esse lance do alemão ser fã do brasileiro. Porque ele continuou a corrida em Ímola então? E porque não foi ao enterro? É papo pra agradar a mídia!” O primeiro erro neste pensamento é a idéia de Schumacher usar a mídia – ele não era nada bom nisso, e nem tentava muito. A sua admiração por Senna era conhecida já no circuito, antes do acidente – porque não seria verdade? E a falta de informação que Schumacher recebera sobre o que tinha acontecido com o Senna não é culpa dele; tanto que, quando informado sobre o estado grave do seu então adversário, não comemorou no pódio (o que é o mínimo, claro!); e mais, há relatos de que ele tenha ficado em estado de choque. A escolha de não ir ao enterro tem várias explicações, embora eu tenha a opinião que ele deveria ter ido mesmo assim: parte do público brasileiro estava com ódio dele, e alguns mais loucos até o culpavam pela morte do herói. E outra, Schumacher não fazia parte do establishment da F1, seria quase audacioso ele ir – junto com Berger (amigo pessoal de Senna) e Prost (este sim tetracampeão com todos os méritos).

Mas Schumacher imitava Senna, isso é fato: no cuidar com a alimentação, no treino incansável da parte física, na concentração. Ele queria se tornar tão campeão quanto Senna, se possível mais.

E é justamente aí que começam as diferenças. Para explicar isto melhor, vamos dar uma rápida olhada na carreira do brasileiro, comparando-a com a carreira do alemão, ano após ano. Nossa série começa hoje com essa introdução e o primeiro ano de cada um.

A Toleman, primeira equipe do Senna, prometia ser a quarta melhor em 84 - mas foi a sétima, e isso ainda graças ao talento do brasileiro.

A Toleman, primeira equipe do Senna, prometia ser a quarta melhor em 84 - mas foi a sétima, e isso ainda graças ao talento do brasileiro.

Senna testou para a Williams em 1983, e impressionou o (na época não tão) velho Frank. Não o suficiente, porém, para lhe oferecer uma vaga. Além da velocidade e facilidade de adaptação, principalmente a calma e enorme confiança do brasileiro o impressionaram. Senna conseguiu um contrato com a Toleman, que tinha terminado o ano de 83 em nono lugar, com todos os 10 pontos conquistados nas últimas quatro corridas. Estava com cara de se tornar ao menos a quinta força da F1, com o inglês Warwick conquistando 9 destes primeiros 10 pontos da Toleman na F1.

A evolução do carro, porém, não correspondeu a expectativa do Senna. Antes da última corrida do ano, em Estoril, ele tinha colecionado 9 pontos – o mesmo número do Warwick nas últimas quatro corridas. Senna terminou a corrida no pódio (seu segundo depois do GP Britânico), o campeonato com 13 pontos, do total de 16 pontos que Toleman fez naquele ano. Coincidentemente, Senna fez o mesmo número de pontos que um tal de Nigel Mansell (na época já com 30 anos de idade), que pilotava a Lotus, o terceiro melhor carro do pelotão. Claro, Senna teve uma boa temporada, mas teve alguns problemas: só terminou 6 corridas (parte carro, parte falta de experiência), mas quando terminava, em geral mostrava talento. Mansell, por outro lado, teve uma temporada horrível (e, já vou avisando: ele nunca foi muito bom!). Ele deixou a equipe e foi contratado por Frank Williams, cujo carro tinha terminado em sexto nos Construtores de 1984. Senna logo assinou com a Lotus, querendo progredir na F1, e confiando em projetos sempre ousados de Chapman, o lendário engenheiro da equipe. Seu companheiro seria o italiano De Angelis, que terminou a temporada de 84 com 4 pódios, 34 pontos e um terceiro lugar no campeonato – atrás apenas dos dois que disputaram o título ponto a ponto: Niki Lauda (campeão) e Alain Prost (vice), ambos pilotos da McLaren.

senna-toleman-monacoClaro que Senna deixou a sua marca. Marca de campeão. Em Mônaco, debaixo de chuva, Senna teve uma performance simplesmente incrível! Foi passando todo mundo, e mesmo o poderosos Alain Prost, muito na sua frente, já sentia ele chegando e chegando. Quando Senna quase o alcançou, a corrida teve bandeira vermelha e Prost declarado o vencedor. Dizem que o comissário francês na época encerrou a corrida as pressas pro Prost não ser ultrapassado. Na verdade, dizem (Galvão Bueno, amigo de todos, hahahaha) que ele mesmo admitiu isso. Mas, neste dia ficou claro para todos que havia uma nova estrela na F1.

Em agosto de 1991, quase 8 anos após a estréia de Senna, Schumacher apareceu na cena. Eddie Jordan, dono da quinta melhor equipe da categoria, ofereceu-lhe a vaga do francês Gachot na ocasião de GP da Bélgica. Spa-Francorchamps é considerado uma de duas pistas onde o piloto tem um papel de suma importância no resultado da corrida (a outra sendo Monaco); principalmente naquela época, quando o eau de rouge, o S logo no início de traçado de mais de 7 km de rua, ainda causava medo aos pilotos, pelas enormes forças G existentes naquele lugar. A sensação é que você vai ser jogado pra fora do carro, e manter o pé embaixo era um desafio para qualquer piloto. Mas o novato alemão já entrou na categoria destemido, alguns diriam até superestimando-se. Graças a isso, porém, ele fez a sétima posição no grid, logo em sua primeira corrida, logo na Bélgica, logo com uma Jordan. Isso chamou tanto a atenção com Michael logo foi chamado por Flavio Briatore para se juntar a Benetton Ford, na época a quarta equipe da categoria. Eddie Jordan até hoje se diz decepcionado com o alemão por não ter ficado mais que uma corrida, e Schumacher continuaria a fazer amigos e não-tão amigos durante a sua carreira. Na Benetton, Nelson Piquet era o piloto número um – claro, tricampeão, era ele a referência da equipe. Mas a chegada do alemão mudou um pouco as coisas. Nas últimas seis corridas, Schumacher não só pontuou mais do que Piquet, mas também foi melhor nos treinos de classificação. As más línguas dizem que Piquet abandonou a F1 parcialmente por causa do novato.

Schumacher no seu primeiro ano completo, pela Camel Benetton Ford, 1992.

Schumacher no seu primeiro ano completo, pela Camel Benetton Ford, 1992.

1992 foi a primeira temporada completa de Schumacher. A sua equipe evoluiu e se tornou a terceira força na F1, dando a ele a chance de, ocasionalmente, subir ao pódio. E Schumacher teve sucesso: subiu ao pódio 4 vezes, e pontualmente pra comemoração de um ano de F1, ele venceu a sua primeira corrida – em Spa Francorchamps. Schumacher terminou a temporada na excelente terceira colocação, não apenas a frente da McLaren de Berger, mas também a frente do campeão do ano anterior – um certo Ayrton Senna.

Analisando o primeiro ano de cada um, acho que dá pra dizer que foi um empate técnico. Senna conseguiu ficar em nono com uma equipe que era apenas a sétima melhor do ano, superando as possibilidades do carro e se projetando como o maior talento do esporte. No final da temporada, assinou um contrato para uma equipe melhor, a terceira da categoria. Vale a pena mencionar que o objetivo da Toleman, ser a quarta força, não foi alcançado. Schumacher, do outro lado, teve estréia impressionante, e disputou a sua primeira temporada com a terceira melhor equipe. Conseguiu o máximo: terceira colocação geral a frente do então campeão, uma vitória, quatro pódios. E uma evolução na equipe, que era a quarta força na época de Piquet.

Por enquanto então, eu diria: Senna 1×1 Schumacher.

No próximo post, daremos uma olhada no segundo e terceiro ano de cada carreira.

Primeira vitória no primeiro ano - na Bélgica, que tinha sido palco da sua impressionante estréia!

Primeira vitória no primeiro ano - na Bélgica, que tinha sido palco da sua impressionante estréia!

Highlight any portion you want: Use a Highlighter on this page
Join the forum discussion on this post - (1) Posts

Tags: , , , , ,

26 Responses to “NOVA SÉRIE: Senna x Schumacher – intro & primeiro ano”

  1. edson nunes jr

    27. May, 2009

    márcio, na boa, já sabemos aonde vc quer chegar, então não precisa ser todo cuidadoso e prolixo. diz logo o que vc pensa e apresenta os números pra gente discutir. o lance de ‘empate técnico’ é muito subjetivo, assim como o seu post. esse lance de ‘terceira força’, etc é muito no”non sense”. se vc acha o shumacher melhor, diz aí e pronto…

  2. Marcio

    28. May, 2009

    explica o seu ponto ou combata os argumentos. não entendi porque terceira força é non sense???

  3. Kley

    28. May, 2009

    Este assunto sempre dá pano pra manga. “You opened a can of worms my friend”. Marcio, já que você gosta de uma controvérsia, começa uma nova serie sobre Pele x Maradona!! rsrsrs

  4. Marcio

    28. May, 2009

    hahaha… mas eu justifico o empate técnico: Senna teve atuações boas, mas muitos DNF (did not finish). Foi brilhante em Monaco e levou o time nas costas.
    Schumacher conseguiu vencer em sua primeira temporada, no terceiro melhor carro (quatro carros melhores que o dele). Ele teve regularidade fantástica para um novato e terminou a temporada em terceiro, a frente das McLaren, que conhecidamente eram superiores a Benetton naquele ano. Só as Williams impossíveis estavam a sua frente. Empate técnico, ambos tiveram excelentes anos de estréia, ué!

  5. Sami

    28. May, 2009

    Cara, eh simples. Na epoca Senna, ele se firmou e ganhou numa epoca em que ainda se precisava de piloto mais que da maquina. Xumi ja eh da era em que ele soube usar de todos os srtificios que a maquina proporciona. Sao dois belos pilotos? Sem duvida? Mas senna era melhor. Eh que nem vc perguntar, queme foi melhor aeronauta, Santos Dummont ou Tom Cruise em Top gun…Senna foi um dos cara que conseguiu inovar mesmo vindo depois de nomes sagrados como Fitipaldi, nicki lauda, piquet, Juan Manuel Fangio. Se Xumi tivesse nascido 15 anos antes, nao teria ganhado o que ganhou e na epoca em que ele mais ganhou, a qualidade tecnica da f1 estava no seu all time low…xumi eh tom cruise , senna santos dummont….vai te catar com essa historia de “mostre numeros nos argumentos” ja que vc nao ira mudar de opiniao nem o resto do povo que acha xumi um cara pressao e overrated.

  6. Marcio

    28. May, 2009

    bem, leia o meu segundo post. no mínimo, a gente vai relembrando estas duas carreiras excepcionais.

  7. Marcio

    28. May, 2009

    e o lance é debater mesmo, mas baseado nos fatos, não em suposições sem fundamento… não números, mas fotos!
    o auge da tecnologia prevalecendo sobre o piloto foi em 91-94, com a super-williams daqueles anos…

  8. Marcio

    28. May, 2009

    mas insisto, desculpa mais esse comentário, que esse lance de carro fazer piloto campeão SEMPRE foi assim, e SENNA é uma das maiores provas disso!

  9. sami

    28. May, 2009

    Cara vc parece argentino achando que maradona foi melhor que pele.

  10. Thomas

    28. May, 2009

    Falando em Argentina… se for argumentar com esse lance de piloto é mais importante do que máquina, então Fangio é o rei! 5 vezes campeão com 4 carros diferentes, mais que 50% de vitórias… esse seria então bem melhor que Senna, neste ponto de vista!

  11. sami

    28. May, 2009

    Certinho Thomas!Tbm acho! Mas como Fangio eh argentino a gente vai ter que ignorar esse seu comentario!

  12. Kley

    28. May, 2009

    HAHAHAHA… boa sami!!

  13. edson nunes jr

    28. May, 2009

    dizer que um carro é “terceira força” é baseado no que? em resultados. enm sempre os resultados refletem o potencial da equipe e por muitas vezes a culpa é do próprio piloto…
    particularmente eu acho que o shumacher não tem comparação. os números dizem tudo. prefiro o piquet, mas preferência é subjetiva. ninguém se compara ao shumacher. seus números são absolutos e, apesar de cada época ser diferente e ser impossível julgar épocas diferentes, os números absolutos do shumacher mostram uma dominação plena na sua época, coisa que nenhum outro piloto conseguiu, por ‘n’ razões…

  14. Rafael

    28. May, 2009

    ah… se não fosse a tamburelo!… hoje tudo estaria muito bem definido:
    - Senna continuaria sendo surpreendente – o melhor;
    - Schumacher continuaria sendo o segundo melhor – logo atrás do Sennna
    - e o Senna estaria correndo de Stock e dando muita alegria ainda!
    rsrsrsrsrs…
    bom, mas que prossiga a série senna x schumacher…

  15. Marcio

    28. May, 2009

    edson, do jeito que hoje consigo dizer que a Brawn está um pouco superior a RBR, que atualmente está a mesma altura da Ferrari e da McLaren, não é suposição – é o que mais chega perto a realidade. Claro que olhando o desempenho dos dois pilotos pode-se chegar a conclusões sobre aquilo que o carro é capaz de fazer!

  16. Sami

    29. May, 2009

    O Xumi eh super dominante mesmo quando a ferrari forcao Rubinho a darpontos pra ele…nossa que dominacao merecida e invejada!

  17. edson nunes jr

    29. May, 2009

    essa é uma das ‘n’ razões, rs.

  18. PsiJr

    29. May, 2009

    Márcio do céu… Pára de querer comparar e julgar e analisar coisas incomparáveis por causa dos números… Bro, os números não levam em conta nada dos fatores externos, como por exemplo, cair para último e vencer, perder, na largada, 3 posições, na chuva, e no final da primeira volta já estar em primeiro lugar… Márcio, o Schumy ganhava porque largava em primeiro, saía lá pra frente, e todo mundo… TODO MUNDO da equipe precisava trabalhar para ele… O Senna… Tinha que tirar leite de pedra… Schumy foi melhor? Só para os que gostam de vencer a qualquer preço, sem qualquer possibilidade de emoção. Na época do Senna, cada vitória era obtida com muito mais nervosismo, braço e determinação. Desculpa, cara… Mas discutir sobre PELE x MARADONA é muito mais fácil que sobre Senna x esse aí. Vai escrever sobre Liga Inglesa, Bundesliga e Serie A, vai!!! Ali vc vai ter mais sucesso!

    Osmar.

  19. PsiJr

    29. May, 2009

    Outra coisa… O número de adjetivos que você coloca em seu texto dão uma idéia muito clara de sua intenção, e também descaracterizam o seu argumento dito IMPARCIAL… CATUABOCA

  20. Marcio

    29. May, 2009

    nossa osmar… que viagem hein?
    senna teve 65 poles e 41 vitórias, você tem noção disso? ou vai dizer que são só números???
    sua argumentação está furada e baseada na emoção de algumas corridas… não é disso que se define o melhor.
    prefiro minha análise cheia de adjetivos (que tb tem pro senna, viu?). catuaboca você!

  21. sami

    29. May, 2009

    Chupa meu dedao marcio…como disse O rafa se num fosse atamburelo teu numeros xumacrentos estariam, chopped i half

  22. sami

    29. May, 2009

    chopped in half
    cortados no meio
    cortados en el medio
    le corte en le mited
    cortati in lo midio
    Gehackt in Hälfte
    半分に切られました
    一半被砍
    вставленная половина

  23. edson nunes jr

    29. May, 2009

    hafisakar (heb)

  24. Rodrigo

    06. Jun, 2009

    É incrível! Aquela célebre frase “brasileiro não desiste nunca” tem sua validade aqui. Bando de cabeça dura! São emotivos ao extremo! Não percebem que Schumacher também largava lá atrás e ganhava, era fantástico na chuva e surpreendia em muitas corridas. O comparativo do márcio é bem coerente pois leva em conta ano a ano a performance dos pilotos independendo de sua longevidade. Parabéns Márcio, ótimo post!

  25. Bertarelli

    10. Jun, 2009

    Bem, li TODOS os comentários e só tenho uma pergunta, quem foi RIVAL do Schumacher? Damon Hill, Villeneuve, Montoya? esse piloto nunca teve Competidor de verdade portanto ele não existe parametro pra comparar os dois!

    Pois Senna teve Prost, Piquet, Mansell, Patrese, Alboreto e Rosberg..entre outros de menor expressão!!!

    Acho que são imcoparáveis, pela época, pela tecnologia!!

    Discutir isso é o mesmo que falar sobre o sexo dos anjos!

  26. Sami

    11. Jun, 2009

    Rodrigo fica a vontade pra chupar meu dedao tbm….

Leave a Reply