Melhor nação desde 1990: Brasil
Posted on 15. Jun, 2010 by Marcio in Copa do Mundo, Futebol, Futebol Internacional
NÚMERO 1: BRASIL
Nas últimas cinco Copas, o Brasil chegou a três finais – e as duas vezes em que não chegou foram choques difíceis de engolir. A primeira dela foi em 90; tudo bem que a seleção era desacreditada, mas jogou muito melhor que a Argentina, porém não conseguiu fazer o gol – e tomou um contra ataque no final, Maradona para Cannigia, 0×1. Fora nas Oitavas!
Em 94, o título mais contestado da história, pelo menos pelos jornalistas brasileiros, que pelo jeito odiaram a seleção do capitão Dunga, do mesmo jeito que odeiam a atual seleção do técnico Dunga. Mas foi uma seleção guerreira com Romário e Bebeto fazendo uma bela competição, e vencendo americanos e suecos de forma suada nas Oitavas e semifinal, mas a Holanda num belo 3×2 nas Quartas. A final, claro, foi decepcionante. Mas, deu título nos pênaltis, graças ao Taffarel e ao inesquecível Roberto Baggio.
Em 98, a seleção empolgou. Venceu o Chile, com 4×1, nas Oitavas, e empolgou num jogo fantástico contra a Dinamarca. O segundo 3×2 em quartas-de-final consecutivo. Na semifinal, novamente a Holanda – e jogo de alto nível, com emoção – e Taffarel nos pênaltis, levando a seleção canarinha à final, embalada. Parece que nunca vamos saber direito o que aconteceu antes da final, mas o Brasil perdeu de forma merecida os 90 minutos.
Em 2002, venceu de forma merecida após 90 minutos contra a Alemanha. Ambas as seleções, as melhores não só das últimas cinco Copas mas de toda a história das Copas (a lista completa está disponível em http://bestteamsineurope.blogspot.com/ ), chegaram desacreditadas, mas fizeram o seu primeiro encontro na história das Copas (!!!). Antes, o Brasil tinha eliminado a Turquia na semifinal, a Inglaterra (num grande jogo) nas quartas-de-final, e a Bélgica (com sorte), nas Oitavas.
Finalmente a decepção de 2006, quando a seleção foi cheio de estrelas e decepcionou durante quase todo o torneio. Mesmo o 3×0 contra a Gana nas Oitavas não foi uma boa atuação do “Dream Team” brasileiro, e a derrota por 0×1 contra os franceses, oficialmente o adversário de medo da seleção, revoltou a torcida em casa. Mas como o tempo passa. Hoje, principalmente a mídia queria um time com mais “estrelas” e cara de “dream”, e critica o futebol com mais garra, que surge com velocidade de um sistema defensivo forte, de um grupo obviamente comprometido – pode-se chamar isso também de futebol moderno. Mas a memória dos repórteres e alguns torcedores é curta, e depois bem longa (só lembra das seleções de 58, 70 e 82)… .









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